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quarta-feira, agosto 17, 2011

Trajes de Ponte da Barca - Minho

O Rancho Folclórico das Lavradeiras de Oleiros visa promover e divulgar as tradições, usos, costumes, danças e cantares das gentes de Oleiros que estão inseridas nas Terras da Nóbrega e Ribeira Lima, que os seus antepassados tinham na agricultura e na pirotecnia os seus principais meios de subsistência.
Foi fundado em 1948, tendo efectuado a sua primeira apresentação na Romaria de São Bartolomeu em Ponte da Barca, tendo sido o primeiro Rancho a iniciar a sua actividade no concelho de Ponte da Barca e é um dos mais antigos do distrito de Viana do Castelo.
Deste grupo apresentamos um conjunto de trajos femininos de grande beleza e riqueza etnográfica.



Trajes Ricos, em que cada mulher vestia ao seu gosto. Eram as mulheres ricas ou de dote que os usavam. É um traje predominantemente preto, com vidrilhos, blusa de linho, colete, lenço de tapete e aventais de veludo. Era utilizado para ir à missa, às festas ou romarias.



Traje de Noivos, em que para casar a mulher usava o fato preto sobre o qual exibia grandes cordões de oiro e imensas medalhas. É um traje parecido com o rico apresentado anteriormente, acrescentando-lhe um véu branco, de pontas caídas e um avental de veludo com vidrilhos. O noivo usava casaco de carapinha preto, calça de fazenda preta, colete, camisa de linho, pardejo e chapéu.



Traje de Lavradeira de Feira, que era utilizado pelas senhoras para transportar o balaio à cabeça com os produtos agrícolas para vender na feira. O balaio também era usado para levar as merendas ao campo quando decorriam as beçadas.



Traje domingueiro do São Miguel, que é um traje de saia de ganga, blusa de linho, colete, caputilha, lenço branco bordado feito à mão, avental de linho bordado a lã, meias feitas em crochê e chinelas manufacturadas.



Traje Lavradeira do São Miguel, que é um traje idêntico ao anterior, no entanto a mulher usa piugas.



Traje Domingueiro de Lavradeira, que possui saia em linho, blusa de linho, chinelas manufacturadas meias feitas em crochê, colete e lenço galinheiro.

terça-feira, setembro 01, 2015

Romaria da Srª da Agonia, Viana do Castelo


Como não poderia deixar de ser, em período de férias era obrigatória a presença na maior romaria do Minho que tão bem celebra o seu traje regional.
Ficam algumas imagens dos muitos trajes que por lá desfilaram.



 






















 

quarta-feira, abril 02, 2008

Trajes de Santa Marta de Portuzelo – Viana do Castelo – Minho

O Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo é um dos ranchos mais representativos do folclore minhoto e com maior renome nacional e internacional.

O filme que se segue apresenta os trajes deste grupo, de inegável beleza e que dispensam qualquer comentário.

Site recomendado: Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo

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segunda-feira, maio 05, 2008

Traje de Trabalho Rural - Vila Verde - Baixo Minho

O Grupo Folclórico de Vila Verde foi fundado em 1958 com o intuito de divulgar e preservar as tradições Etno-Folclóricas deste Concelho que representa, constituído por freguesias predominantemente agrícolas.
Os trajes que usa reflectem a realidade socio-económica da Região Baixo-Minhota: aqueles que eram usados na Boda ou em dias de Festa e nas Romarias, para depois ser deixado para a Mortalha; os das Lavradeiras usados nas Feiras e os do dia-a-dia usados no trabalho mais árduo, ou seja, o de Trabalho Rural ou de Uso Comum.
O trajo seguinte é de uso comum no trabalho agrícola, no entanto, a sua beleza é bem visível.
As roupas que o povo usava no dia-a-dia, isto é, para o seu árduo trabalho agrícola eram de uso comum, para todo o serviço, e como tal, as mais velhas, as mais usadas, as mais resistentes e as mais práticas, como a saia simples acompanhada pelo avental, tecido em teares manuais, ou as calças de cotim, as chancas e socos, as blusas ou camisas de linho mais grosseiro e os chapéus de palha para se protegerem do sol ou até mesmo da chuva.