quarta-feira, outubro 03, 2012
segunda-feira, outubro 01, 2012
Festa do Vinho e das Vindimas em Bucelas
As Coletividades da Freguesia de
Bucelas, com o apoio das autarquias locais, organizam nos dias 12, 13 e 14 de
Outubro de 2012, mais uma edição da Festa do Vinho e das Vindimas, em Bucelas.
Este é sem dúvida o maior evento cultural de cariz associativo, da região
saloia.
PROGRAMA:
12 de Outubro (sexta-feira)
12 de Outubro (sexta-feira)
22h00 - Baile com o conjunto "Ouriços do Mar"
13 de Outubro (sábado)
09h00
- Passeio de BTT "Sabores do Arinto" (pelos Produtores Vinícolas de
Bucelas)
15h00 - Concerto pela Banda Recreativa de Bucelas
16h00 - Rancho de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta” (Adulto e Infantil)Atuação da Escola de Concertinas do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta
16h00 - Rota dos Vinhos - Visita aos Produtores Vinícolas
18h00 - Grupo de Bombos ”Os Tarolas” do Grupo Desportivo de Lousa
18h30 – Turma das Cores da Biblioteca Irene Cruz com a peça de Teatro “Cheira bem cheira a Fado", Auditório Tomás Noivo – Junta de Freguesia de Bucelas
19h00 - Chegada da 8.ª Marcha dos Fortes
2h00 - Baile com o conjunto "Turno da Noite"
14
de Outubro (domingo)15h00 - Concerto pela Banda Recreativa de Bucelas
16h00 - Rancho de Folclore e Etnografia “Os Ceifeiros da Bemposta” (Adulto e Infantil)Atuação da Escola de Concertinas do Grupo Musical e Recreativo da Bemposta
16h00 - Rota dos Vinhos - Visita aos Produtores Vinícolas
18h00 - Grupo de Bombos ”Os Tarolas” do Grupo Desportivo de Lousa
18h30 – Turma das Cores da Biblioteca Irene Cruz com a peça de Teatro “Cheira bem cheira a Fado", Auditório Tomás Noivo – Junta de Freguesia de Bucelas
19h00 - Chegada da 8.ª Marcha dos Fortes
2h00 - Baile com o conjunto "Turno da Noite"
14h45 - Desfile da Fanfarra da Associação Humanitária dos Bombeiros de Bucelas
15h00
- Desfile Etnográfico pelas ruas de Bucelas
16h00 - Concertos / Animação
16h00 - Concertos / Animação
Escola
de Concertinas Filipe Oliveira
Grupo de Cantares do Instituto Superior Técnico
Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sôr
Duo Sónia &
Grupo de Cantares do Instituto Superior Técnico
Orquestra de Harmónicas de Ponte de Sôr
Duo Sónia &
21h30
- Concerto de Encerramento das Festas com "EtnoBand"
Recinto
das Festas:
Restaurante
Taberna
Doces Tradicionais
Padaria
Quermesse
de Vinhos
Mostra Vitivinícola - Pavilhão Leonel Pires
Ofi'arte: Feira de Arte e Ofícios - Pavilhão
Leonel Pires
Rota dos Vinhos
Mostra de Montras
Coletividades
Organizadoras:
Associação Humanitária dos Bombeiros de
BucelasAssociação Recreativa, Cultural e Desportiva de Vila de Rei
Banda Recreativa de Bucelas
Casa do Povo de Bucelas
Centro Cultura e Desporto Vila Nova
Clube de Futebol " Os Bucelenses"
Grupo Bucelas Aventura
Grupo Musical e Recreativo da Bemposta
Núcleo Sportinguista de Bucelas
União Cultural e Recreativa da Chamboeira
sexta-feira, setembro 28, 2012
Viver o Presente Lembrar o Passado
É já no Sábado dia 22 de Setembro de 2012 : Aqui fica o convite feito pelas Gentes de Almeirim, para um dia de Tradição . Uma oportunidade unica para passar o dia e noite envolto nas coisas de antigamente das Gentes de Almeirim e assistir ao maravilhoso desfilar de lenços, xailes, modas e bailhos, trajos e cantigas que tão bem definem e representam todos os Almeirantes. Depois da animação no Mercado pela manhã e os jogos tradicionais á tarde no Jardim da Republica o dia termina com mais um espectaculo "Encantos da Minha Terra"
por Florêncio Cacete
quinta-feira, setembro 27, 2012
ALDEIAS DE PORTUGAL
"Este é um trabalho tão simples e humilde quanto a vida
nas Aldeias de Portugal."
Após dois anos e meio de um trabalho intenso, apaixonado e
dedicado à revitalização e preservação da vida nos territórios rurais, através
da página do facebook Aldeias de Portugal, Paulo Costa lança agora o livro
anunciado, destacando nesta obra as melhores fotos e textos partilhados nestes
últimos dois anos, sublinhando ainda alguns textos inéditos, assim como também
algumas fotos. Este é um trabalho tão simples e humilde quanto a vida nas
Aldeias de Portugal. Um livro com imagens marcantes, com textos elucidativos da
vida rural, da nossa história, da nossa cultura e das nossas tradições, onde
poderá encontrar também receitas de pratos da nossa gastronomia tradicional.
Este é um livro que
pretende demonstrar que a vida nas Aldeias de Portugal é um dos fatores
culturais mais valiosos da história de Portugal, assim como transmitir que é
possível continuar a amar a origem de cada um.
Um livro tão simples
e humilde quanto a história das próprias aldeias, mas um livro que certamente
irá enriquecer a biblioteca de quem ama a sua origem.
LANÇAMENTO
A Apresentação
Oficial do livro irá ter lugar no próximo dia 27 de Outubro de 2012 em Poiares,
aldeia do autor, situada no Concelho do Peso da Régua, Distrito de Vila Real.
O livro irá ter o preço de capa de 32,00 Euros, no entanto
os primeiro 1.000 livros a ser adquiridos terão um preço de lançamento de 27,00
Euros no site “Mundo das Aldeias”.
quarta-feira, setembro 26, 2012
Trajes da Serra da Estrela
Esta é uma apresentação de trajes da Serra da Estrela a cargo do Rancho Folclórico Os Pastores de São Romão, efetuada em Coimbra em 1992.
terça-feira, setembro 25, 2012
MEIAS – Lingerie ou uso externo?
por TRAJAR DO POVO
EM PORTUGAL
MEIAS NO POVO
Há duas histórias
diferentes no que respeita ao uso das meias: na nobreza/burguesia e no povo.
Por outro lado, a história das meias é indissociável da história das malhas,
uma das técnicas de entrelaçamento de fios e fibras, de modo a produzir
tecidos.

MALHAS
O entrelaçamento de
fios com laçadas nasceu no Egipto antigo, onde as agulhas de osso e madeira
desempenhavam um papel importante. Na mitologia grega apresentasse-nos o caso
da esposa de Ulisses, Penélope, que para resistir ao casamento com um
pretendente que afirmava estar Ulisses já morto e perante o interesse de seu
pai nesse segundo casamento, pediu que a deixassem terminar uma peça de tecido;
o decido aumentavam de dia e diminuía de noite, pelo que a ardilosa grega
apenas poderia estar a usar a técnica da malha.
Com efeito, a malha
recorre a laçadas que se desfazem, enquanto a tecelagem usa o cruzamento
ortogonal de fios (teia e trama) nos dispositivos básicos ou manuais ou a
combinação destes com fios enviesados (por exemplo para a produção de sarjas)
ou torção de alguns destes fios (originando texturas encaneladas) ou ainda com
a introdução de fios com cores diversas para obter padrões com figuras na
própria tecelagem.
A malha “do povo” usa
um único fio e é obtida por trama, equivalente à progressão no sentido
horizontal do tecido. A malha industrial pode incorporar de um a muitas dezenas
de fios e o seu enlaçamento evolui por teia, ou seja: o tecido cresce no
sentido vertical. Este princípio é fundamental para quem quiser diferenciar a
natureza de um tecido de malha.
MEIAS NA
NOBREZA/BURGUESIA
O uso sistemático de
meias, obtidas por processos de fabrico elaborado iniciou-se no exército
romano, nas campanhas militares de inverno nas regiões mais frias da Europa
central e nórdica. No decorrer do século XIV entrou para o uso cortesão dos
homens, através de uma moda que nasceu em Espanha e se espalhou por todas as
cortes e palácios da Europa. O seu uso estava apenas confinado aos homens,
havendo uma frase célebre do ultra-católico Filipe IV, em relação a uma oferta
de meias de seda que fizeram à sua esposa e que ele recusou com grande azedume:
“As mulheres não têm pernas!”.
Foi preciso chegar ao
final do séc. XVIII e à boleia dos ventos que sopraram da revolução francesa,
para que as meias fizessem parte da indumentária feminina… nas classes
dominantes.
Em pleno século XX, em
Portugal, as meias de algodão produzidas em maquinaria de malha, começaram a
chegar e a ser produzidas para serem usadas pelas mulheres que iam diminuindo o
comprimento das saias. Nos anos 20 e 30 já muitas mulheres da burguesia
portuguesa as usavam e depois desta data, também as cachopas que se vestiam “à
rancho” o começaram a fazer.
Livre de preconceitos,
sujeito a necessidades e sem outros recursos do que os que cada região possui,
o povo terá usado meias, no masculino e no feminino, antes das classes
dominantes. Naturalmente, não como adorno, mas como necessidade nas estações
mais frias do ano.
A proteção aquecida
dos pés e pernas, começou por ser feito com pele de animais e foi evoluindo
para soluções mais elaboradas e confortáveis, sendo incontornável o uso de
fibras animais, pelo seu aconchego. Já se perdeu o aproveitamento dos pelos dos
cavanhaques dos bodes (excecionalmente compridos) para fazer meias, do mesmo
modo que se perdeu o uso das cerdas lombares dos porcos para fazer pincéis.
Permanece a lã.
Resulta assim, que as
meias do povo são de lã, com malha manual, por vezes feitas com muita
criatividade, tal como intercalar fios de lã com cores alternadas (lã branca e
lã churra de cor castanha). Estas meias e estes usos podem ser indistintamente
tomados pelas mulheres e pelos homens.
No caso concreto dos
usos femininos nas mulheres do povo, as meias de algodão com rendados, desenhos
e feitios, são de uma inutilidade total, pois as saias tapam até aos artelhos e
não proporcionam os mesmos resultados aconchegantes das meias de lã. Convém não
esquecer que até meados do século XX, em Portugal, a moralidade a que a mulher
portuguesa estava sujeita, ainda aplicava a frase de Filipe IV: as mulheres não
têm pernas.
Podemos concluir que
no período onde pesquizamos e reproduzimos o trajar nos grupos de folclore (de
finais do século XIX até primeiras duas décadas do século XX), as meias são uma
peça de lingerie para as mulheres das classes dominantes e uma peça de uso
externo e circunstancial para as mulheres do povo.
PS : queria
acrescentar uma pequena explicação das fotos aqui colocadas no post. São fotos do Minho, minhotos em trajes de
festas na zona de Viana do Castelo com data 1880, e fotos de chinelos de Guimarães
tirados da Ilustração Portuguesa de 1909.
Queria apontar que o
uso dos "ranchos" dessa zona tem por habito usar meias de renda
branca, ora aqui temos fotos a provar o contrario ou seja, a demostrar que não
era "regra rígida"!!!!
Sendo assim uma
minhota poderia usar durante a semana, ou numa grande ocasião todas essas
possibilidades :
1. Não usar meias
2. Usar meias de lã
3. Usar meias as riscas
4. Usar meias de cor
5. Usar meias rendadas.
Em conclusão a verdade
esta na variedade e na simplicidade.
segunda-feira, setembro 24, 2012
Rancho Folclórico da Casa do Povo de Cano (Sousel)
Actuação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Cano (Sousel) nas Comemorações dos 500 anos do Foral da Vila de Cano em 22.09.2012
quinta-feira, setembro 20, 2012
A Cura da Espinhela Caida
“Parte do corpo que ninguém sabe o que é nem onde fica, mas de que muita gente sofre (!) e não falta sempre quem se apresse a curar o mal de espinhela caída. Quando alguém sofre do peito, ou está arruinado ou tem a espinhela caída, o que também é muito grave, tem de procurar logo quem lha endireite. Há sempre; a pessoa que se dispõe a operar coloca-se por detrás dele, ordenando-lhe que deixe cair os braços naturalmente. Depois pega-lhe nas mãos, levemente, elevando-lhe os braços à sua maior altura e tendo o cuidado de, quase impercetivelmente, fazer com que um dos polegares não chegue a atingir a altura do outro; e então, exclama muito satisfeita: _ Cá está! Eu bem dizia! E vai repetindo a operação, fingindo um grande esforço, até que os dois dedos se ugalham e então a espinhela está direita. Falta o receituário conveniente. Umas colheres de um remédio composto de toucinho alto, mel, pevides de abóbora, farinha de grão torrado, e algumas gemas de ovo. Deve-se tomar esta mistura durante dez dias, pelo menos, e não fazer o mínimo esforço. É claro que o doente, com um tratamento destes e com o competente descanso, sente melhoras apreciáveis. Sempre foi bom mandar endireitar a espinhela...”
F. Santos Serra Frazão,
Santarém, 1936, R. L. N.º 36, 1938
Durante a sua representação o Rancho Folclórico da Ribeira de Salavisa (Arganil) recria precisamente um momento da medicina tradicional portuguesa em que se procede à cura da Espinhela Caida de acordo com as tradições da Beira.
Reportagem – XIII Festival de Folclore de São Vicente de Fora
Decorreu no passado dia 16 de Setembro o XIII Festival do Rancho Folclórico de Ribeira de Celavisa, numa organização conjunta com a Junta de Freguesia de São Vicente de Fora.
Numa das zonas mais pitorescas da cidade de Lisboa, à sombra dos mais altos vultos de Portugal sepultados nos Panteão Nacional, o povo mostrou as suas tradições, saberes e sabores, numa magnífica tarde e perante um público entusiasta.
Desfilaram pelo tabuado o Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto – Santo Tirso, Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira – Santa Maria da Feira, Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Sousel, Rancho Folclórico da Fajarda – Coruche e o grupo anfitrião Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil.
Destaque ainda para a presença de um numeroso quadro de notáveis representantes das entidades representativas do poder local e das estruturas federativas do folclore, nomeadamente, o Presidente da Junta de Freguesia de São Vicente de Fora, Sr. Vitor Agostinho, e a Sr.ª Vice-Presidente da Federação de Folclore Português, Eng.ª Manuela Carriço, além de outros convidados.
“Trajes de Portugal” esteve presente e registou excelentes representações etnográficas, não querendo deixar de dar aqui o seu contributo para a divulgação destas iniciativas.
|
Convidados presentes
|
| Grupo Folclórico de Santa Cristina do Couto – Santo Tirso |
| Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira – Santa Maria da Feira |
| Rancho Folclórico da Fajarda – Coruche |
| Rancho Folclórico “As Mondadeiras” da Casa Branca – Sousel |
| Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil |
| Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa – Arganil |
| Fábio Luis e Vitor Agostinho (P.J.F.São Vicente de Fora) |
sábado, setembro 15, 2012
A Peixeira de Lisboa
Descreve
assim Júlio César Machado, na obra Álbum de Costumes Portugueses, “A Peixeira
de Lisboa”:
A
que está de cócaras é a representante da peixeira antiga; varina velha, de
trajo alheio às caprichosas modas do dia … Na cabeça, lenço amarelo; no
pescoço, lenço encarnado; colete atacado com cordão, pela frente, cinta azul,
chapéu de Braga, saia de droga de lã mais rapada que cilício.
A
outra, a bonita, é das que se avistam no mercado novo em noite de S. Pedro, festa
de peixeira rara – rara avis … piscaria
rara – porque sejam peixeiras o que lá haja menos.
Dormem
sobre esteiras, em casas que alojam quatro e cinco casais, casas boas, Às
vezes, de dezoito e vinte moedas de renda; ou em lojas sombrias e húmidas.
Vão
aos ranchos, de madrugada, para a Ribeira, arrebatar o peixe dos leilões.
(…)
Enquanto
pequenas, carregam o peixe miúdo, e, mais tarde, ninguém como elas para o
segredo, que parece nada e para a venda é tudo, de dispor o peixe na canastra.
(…)
Mal
disposto à vista, o peixe, pode, em vez de atrair as atenções, afastá-las e dar
motivo a que se retraiam, dando assim em ficar com o pior defeito de um
alimento, enjoar – antes de ser comido!
(…)
O
peixe por cá é um amor, e elas, não só cuidam dele à maravilha, mas escolhem-o
como sabedoras escrupulosas;
(…)
Agradam,
estas raparigas, tais quais são; é o caso. Olhar fatigado das grandes lojas
obrigadas a mármore, espelhos e oiro, descansa, quando contempla os lugares da
Ribeira; assim, depois de ver senhoras, há quem não desgoste de ver peixeiras …
Fonte:
Júlio César Machado, in, Álbum de
Costumes Portugueses, edição Perspectivas & Realidades
Gravura:
Aguarela de autor desconhecido
Artigo
relacionado: Figuras Típicas de Lisboa - Varina e Varino
sexta-feira, setembro 14, 2012
terça-feira, setembro 11, 2012
Mostra de Trajo Etnográfico da Alta Estremadura
O meio e as condições ambientais
próprias de cada uma das regiões do nosso país determinaram os modos de vestir,
as tradições e os costumes, resultando assim na riqueza etnográfica do nosso
país.
Foi essa a riqueza exibida na Mostra
de Trajo Etnográfico da Alta Estremadura que se realizou no passado dia 8 de Setembro
em Leiria.
Numa passerelle montada num
espaço de encantadora beleza e profundo significado para a cidade de Leiria, o Mercado
de Sant'Ana, desfilaram trajes de crianças, de noivos, de trabalho, de festa e abastados
desta região, numa simbiose perfeita com o suporte musical ao vivo, composto
por duas dezenas de tocadores, cantadores e cantadeiras dos vários grupos
participantes, mostrando assim os modos das populações desta região nos finais
do sec.XIX e início do sec.XX.
Participaram nesta Mostra elementos
dos ranchos folclóricos da região, associados da Associação de Folclore da Alta
Estremadura, cabendo a esta a organização do evento.
A apresentação e o comentário a
cada quadro coube ao Sr. José Travaços Santos e à Dª Maria Emília Francisco, que
aproveitaram a ocasião para transmitir muito seu conhecimento e saber.
A noite terminou num grande baile
com a participação de todos os participantes.
“Trajes de Portugal” congratula a
Associação de Folclore da Alta Estremadura, na pessoa do seu Presidente, Rodrigo
Sousa Martins, pela magnífica iniciativa, fazendo votos de que repita em
futuras ocasiões.
Dª Maria Emília Francisco e Sr. José Travaços Santos
segunda-feira, setembro 10, 2012
quarta-feira, setembro 05, 2012
500 Anos do Foral da Vila de Cano
A Vila de Cano comemora no próximo dia 22 de Setembro os 500 anos da atribuição de Carta de Foral por El-Rei D. Manuel I, com um animado programa.
segunda-feira, setembro 03, 2012
Festival Internacional de Folclore Celestino Graça
A cidade de Santarém acolhe uma vez mais o Festival Internacional de Folclore Celestino Graça, de 5 a 9 de Setembro. Este ano, o evento conta com a participação de países como Argentina, Espanha, Estónia, Indonésia e Peru, que vão partilhar o palco com diversos ranchos folclóricos portugueses (Minho, Beira Litoral, Alta Estremadura e Ribatejo).
Ateliês de dança e animação nas ruas da cidade, desfile etnográfico, jogos tradicionais, homenagem ao fundador do Festival, espetáculos no auditório do CNEMA (nos dias 7, 8 e 9), animações gastronómicas, exposição e colóquio, celebração ecuménica, animação em lares da terceira idade e visitas guiadas, são algumas das atividades deste grande evento cultural, que tem ante-estreia, no Jardim da Liberdade.
Programa
Dia 6 de Setembro 2012 – quinta-feira
11h00 » Ateliês de Dança nas ruas da Cidade
12h00 » Teatro Sá da Bandeira – Colóquio
13h00 » Restaurantes – Jornada Gastronómica
15h30 » Ateliê de Dança – Portugal
22h00 » Jardim da Liberdade – Ante-Estreia do Festival (Org.:CMS)
Dia 7 de Setembro – sexta-Feira
13h00 » Restaurantes – Jornada Gastronómica
17h45 » Homenagem a Celestino Graça e Cerimónia de Inauguração do Festival, junto
ao Busto
18h15 » Desfile Etnográfico (Desde a Rua Teixeira Guedes até ao Largo do Seminário)
18h45 » Largo do Seminário – Saudação à População
19h00 » Câmara Municipal de Santarém – Sessão Solene de Boas Vindas
22h15 » CNEMA – espetáculo de Inauguração
Dia 8 de Setembro – sábado
11h00 » Centro Histórico de Santarém – Animação de Rua
13h00 » Animação do Lar de Idosos da SCM de Santarém
17h30 » Igreja da Graça – Celebração Ecuménica
22h15 » CNEMA – Gala Internacional de Folclore “O Mundo a Dançar”
Dia 9 de Setembro 2012 – Domingo
13h00 » Jardim dos Paços do Concelho – Almoço Regional (Org.:CMS)
17h00 » CNEMA – Espetáculo de Encerramento
ENTRADA LIVRE
Organização: Grupo Académico de Danças Ribatejanas.
Mostra de Trajo Etnográfico da Alta Estremadura
No próximo dia 8 de Setembro, pelas 21 horas, realiza-se em Leiria, mas concretamente no Mercado de Sant'Ana, uma Mostra de Trajo Etnográfico da Alta Estremadura, organizado pela Associação Folclórica Alta Estremadura.
A não perder!
quinta-feira, agosto 30, 2012
Centro Interpretativo do Mundo Rural – Vimieiro – Arraiolos
A vila de Vimieiro, situa-se no concelho de Arraiolos, a meio caminho entre esta vila e Estremoz, merece uma atempada visita.
Para além dos numerosos monumentos de grande interesse histórico, desde Agosto de 2009, possui um acrescido pólo de interesse, o Centro Interpretativo do Mundo Rural.
Ocupando um antigo lagar de azeite há muito desactivado, o Centro Interpretativo do Mundo Rural visa constituir não só uma memória individual e colectiva daquilo que foi a actividade mais importante desta região alentejana - a agricultura - assumindo-se também como um recurso para a valorização desse mesmo património como forma de atrair gente à freguesia e ao concelho.
Neste espaço encontram-se diversos instrumentos ligados às diversas actividades do mundo rural, como a apanha da azeitona, passando pela produção de queijo e enchidos, lanifícios, pela ceifa, entre outros.
Trajes de Portugal efectuou uma aturada visita a este espaço museológico recomendando-o a quem por aqui passe, já que possui uma colecção de objectos extremamente interessantes e devidamente enquadrados na sua àrea de utilização, sempre acompanhados de fotografias antigas de elevado valor etnográfico.
O CIMR situa-se no Largo Prof. Doutor José Caeiro da Matta e está a funcionar no Verão, de Maio a Outubro, de terça a domingo das 10h às 13h e das 15h às 19h. No Inverno, de Novembro a Abril, de terça a domingo, das 10h às 13h, das 15h às 18h.
Contactos – Telef: 266 490 240 e-mail: cimr@cm-arraiolos.pt
A entrada é gratuita.
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