sexta-feira, junho 28, 2013
quarta-feira, junho 26, 2013
Romaria da Senhora d’Agonia 2013
Segundo o programa da Romaria
d'Agonia de 2013, ainda provisório, a festa realiza-se este ano entre 16 e 20
de agosto.
A procissão ao mar, considerada
por muitos a mais simbólica realização das Festas da Agonia, em Viana do
Castelo, ocorre no dia 20 de Agosto, dia dedicado à padroeira dos pescadores.
A Romaria começa a 16 de agosto, sexta-feira,
com a habitual saída à rua do Desfile da Mordomia, às 10h00 e a Procissão
Solene da Senhora da Agonia, às 16h00. O dia seguinte é marcado pelo Cortejo
Etnográfico, às 16h00 e a Festa do Traje, às 22h00. No domingo, dia 18 de
agosto, o destaque vai para o Desfile "Vamos para a Serenata”, às 21h00 e
o fogo-de-artifício às 24h00. Na segunda-feira, pelas 21h00, realiza-se o
Desfile “Vamos para o Festival” e às 22h00 há Exibições de Grupos Folclóricos,
dando-se início às 24h00 à confeção dos “Tapetes Floridos", nas ruas da
Ribeira. Para terça-feira, dia 20, feriado municipal, dia da Senhora d’Agonia,
padroeira dos pescadores locais, fica reservada a partir da 09h00, a visita às
ruas da Ribeira para admirar os “Tapetes Floridos”, prosseguindo com a Solene
Celebração Eucarística (no adro da Senhora da Agonia), às 14h30, seguida de
Procissão ao Mar.
Programa da edição deste ano
10 de agosto | Sábado
16h00 | Abertura da
XII Exposição/Feira de Artesanato, da Romaria d´Agonia.
16 de agosto |
Sexta-feira
08h30 | Alvorada10h00 | Desfile da Mordomia
12h30 | Revista de “Gigantones e Cabeçudos”
16h00 | Procissão Solene da Senhora d’Agonia
21h00 | Desfile “Vamos para o Festival”
22h00 | Festival "Exibições de Grupos Folclóricos"
24h00 | Fogo de Artifício
17 de agosto | Sábado
08h30 | Alvorada12h00 | Revista de “Gigantones e Cabeçudos”
16h00 | Cortejo Etnográfico
22h00 | Festa do Traje
24h00 | Fogo de Artifício
18 de agosto |
Domingo
08h30 | Alvorada
12h00 | Revista de "Gigantones e Cabeçudos"
16h00 | "Cantares ao Desafio"
21h00 | Desfile “Vamos para a Serenata”
22h00 | Exibições de Grupos Folclóricos
24h00 | Fogo de Artifício
19 de agosto |
Segunda-feira
08h30 | Alvorada12h00 | Revista de “Gigantones e Cabeçudos”
16h00 | Festival Náutico
21h00 | Desfile "Vamos para o Festival"
22h00 | Exibições de Grupos Folclóricos - Início da Confeção dos "Tapetes Floridos" nas ruas da Ribeira
20 de agosto |
Terça-feira
08h30 | Alvorada09h00 | Visita às ruas da Ribeira para admirar os "Tapetes Floridos", cuidadosamente feitos durante a noite
12h00 | Revista de "Gigantones e Cabeçudos"
14h30 | Solene Celebração Eucarística (no Adro da Sra. d'Agonia) seguida de Procissão ao Mar
22h00 | Espetáculo musical "Augusto Canário e Amigos"
24h00 | Fogo de Artifício
terça-feira, junho 25, 2013
segunda-feira, junho 24, 2013
quinta-feira, junho 20, 2013
quinta-feira, junho 06, 2013
quarta-feira, junho 05, 2013
segunda-feira, maio 13, 2013
sexta-feira, maio 10, 2013
Dia da espiga
O Dia da espiga ou
Quinta-feira da espiga é uma celebração portuguesa que ocorre no dia da
Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de
vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a
que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás
da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do
ano seguinte.
As várias plantas que compõem a espiga têm um
valor simbólico profano e um valor religioso.
Crê-se que esta celebração tenha origem nas
antigas tradições pagãs e esteja ligada à tradição dos Maios e das Maias.
O dia da espiga era também o "dia da
hora" e considerado "o dia mais santo do ano", um dia em que não
se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o
meio-dia, em que tudo parava, "as águas dos ribeiros não correm, o leite
não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam". Era nessa hora que se
colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas
medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da
lareira para afastar os raios.
A simbologia por detrás das plantas que formam
o ramo de espiga:
Espiga – pão;
Malmequer – ouro e prata;
Papoila – amor e vida;
Oliveira – azeite e paz; luz;
Videira – vinho e alegria
Alecrim – saúde e força.
terça-feira, maio 07, 2013
Festival de Folclore Encenado
No próximo dia 11 de Maio, pelas 21:30
h, decorrerá em Recardães (Águeda), um festival de folclore experimentalista,
que vai para além da dança, com a apresentação de três projetos diferentes,
intercalados de um período de debate com o público no final de cada
apresentação.
Os espetáculos com multimédia e
produção técnica de som e luz estarão a cargo dos grupos:
Rancho Folclórico da Ribeira de Celavisa - "Do erguer à deita, do sacho ao bailo"
Grupo de Folclore As Lavadeiras da Ribeira da Lage - "Vida saloia"
Associação Etnográfica Os Serranos - "Estopa, Linho, Lã"
quinta-feira, maio 02, 2013
Património Cultural Imaterial - Conferência
A Fundação INATEL, acreditada
junto da UNESCO para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial, organizará
a Conferência "PATRIMÓNIO COMO IDENTIDADE - 10 Anos da Convenção para a
Salvaguarda do Património Cultural Imaterial” no dia 24 de maio (sexta-feira),
das 9h30 às 18h00, no Auditório do Museu do Fado.
Este evento pretende dar a
conhecer quais os trabalhos realizados na área do Património Imaterial em
Portugal, demonstrando igualmente quais os impactos que o reconhecimento de uma
prática tem, ou poderá vir a ter, nas economias locais.
Criar um espaço de encontro entre
associações, agentes culturais, academia e instituições, num diálogo aberto
sobre o Património Cultural Imaterial e sobre a Convenção, é o grande objetivo
desta iniciativa.
A iniciativa terá entrada livre
sujeita a marcação prévia até ao dia 20 de maio (segunda-feira) para o email
patrimonioimaterial@inatel.pt ou para o telefone 210027141.
PROGRAMA
9h30 Receção aos participantes
10h00 Sessão de Abertura
O Papel da Fundação INATEL na defesa do Património Cultural
Imaterial
Presidente da Fundação INATEL | Fernando Ribeiro Mendes
Diretora-Geral do Património Cultural | Isabel Cordeiro
Presidente da Comissão Nacional da UNESCO | Ana Martinho
Ministro da Solidariedade e da Segurança Social | Pedro Mota
Soares
Pausa para Café
11h00 – Painel I
A identidade
cultural como fator de afirmação no mundo global
Teresa
Caeiro | Vice-Presidente da Assembleia da República e Presidente do MMV
Reflexão sobre a patrimonialização das
práticas culturais imateriais
Amélia
Frazão Moreira | Presidente do CRIA – Centro em Rede de Investigação em
Antropologia
O Fado Património Cultural Imaterial da Humanidade
- consequências de um reconhecimento
Rui Vieira
Nery | Presidente da Comissão Científica de Candidatura do Fado a Património da
Humanidade
O Cante Alentejano
– expectativas de uma candidatura
Paulo Lima |
Diretor da Casa do Cante, Entidade Promotora da Candidatura do Cante Alentejano
a Património da Humanidade
Moderadora: Jacinta Oliveira | Vogal do
Conselho de Administração da Fundação INATEL
12h30 – Debate
13h00 – Almoço Livre
15h00 – Painel II
A Dieta Mediterrânica
como ponte para a redescoberta dos produtos nacionais
Assunção
Cristas | Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território
Dieta Mediterrânica: Benefícios para a
saúde
Alexandra Bento
| Bastonária da Ordem dos Nutricionistas
Os Mistérios da Semana Santa em terras
de Idanha – A construção de uma candidatura
Hélder
Ferreira | Presidente da PROGESTUR
A importância das Festas da Nossa
Senhora da Agonia na dinâmica socioeconómica da cidade de Viana do Castelo
João Alpuim
Botelho | Museólogo
Moderadora: Jacinta Oliveira | Vogal do Conselho de Administração
da Fundação INATEL
17h30 – Debate
18h00 – Sessão de Encerramento
Presidente da Fundação INATEL | Fernando Ribeiro Mendes
terça-feira, abril 30, 2013
segunda-feira, abril 29, 2013
Costumes do Minho: Mulher de Castro Laboreiro e o Jangadeiro
Publicou a revista Ilustração
Portugueza, na cada da sua edição de 17 de março de 1913, duas interessantes
fotografias que mostra os trajes da mulher do Soajo e do jangadeiro de Anha ou
seja, aquele que conduzia a jangada do sargaço na travessia do rio Lima,
envergando a tradicional branqueta do sargaceiro. O texto que acompanha as
fotos possui também algumas particularidades curiosas que refletem bem a
distância que então separava o jornalista habituado ao meio burguês e citadino
em relação à profundeza da vida rural que de mais interessante apenas
proporcionava os motivos pitorescos com que ilustrava as páginas dos jornais.
Transcreve-se o artigo respeitando-se a grafia original.
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| Mulher de Castro Laboreiro |
Em luta constante com a natureza,
a quem arrancam após porfiadas canceiras as matérias primas que lhe fornecem o
fato e o alimento, únicos produtos das rudimentares industrias que exercem: a
pastorícia e a agricultura, os montanhezses de Castro Laboreiro são uma pobre
gente desconfiada e semi-selvagem.
O vestuário das suas mulheres dá
á primeira vista ideia lucida e sugestiva de toda a sua rudeza: capucha ou
mantela, o corpete e a saia, é tudo feito de tecido grosseiro de fabrico local
a que chamam burel ou picoto. Os tamancos toscos, espécie de sandálias,
formadas por rudes madeiros ligados aos pés por correias fortes, chamados
chancas ou alabardeiros, completam o vestuário das castrejas, em que as roupas
brancas faltam por completo.
Na mesma província do Minho, á
beira mar, o fato simples usado pelos jangadeiros d’Anha, emparceira
admiravelmente com a rudeza semi-selvagem do vestuário das castrejas.
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| Jangadeiro d'Anha |
É muito característico o tipo
destes lavradores-marinheiros, que nas costas do norte, principalmente junto a
Viana do Castelo, e, por todo o litoral desde Montedor até à costa do sul do
Lima, no local denominado Anha, se aventuram ao mar, a fim de colher o sargaço,
moliço ou limos, como lhe chamam, com que vão depois fertilizar as suas terras
navegando sobre frageis jangadas, formadas por oito troncos de madeira muito
leves ligadas a maneira de estrado, tendo lateralmente duas taboas dispostas em
forma de borda falsa: os troncos das bordas são mais compridos, e, levantam em
forma de rabo d’arado.
Vestem unicamente uma espécie de
sobrecasaca de lã grossa e forte, o que chamam branqueta, presa com um cinto e
abotoada na frente, uma carapuça vermelha ou um chapéo preto de grandes abas
completam tão singular vestimenta.
A.Mesquita
de Figueiredo
Fonte: Blogue do Minho
quinta-feira, abril 18, 2013
quarta-feira, abril 10, 2013
O Fabrico de Chapéus em São João da Madeira
Os chapéus, muito em voga no
século XIX e primeira metade do século XX deram origem à indústria de
chapelaria, que se desenvolveu a sul do Porto. A indústria da chapelaria
contribuiu para a evolução e progresso de S. João da Madeira, onde foi durante
dezenas de anos o sector dominante. Em 16 de Maio de 1984, foi elevada a
cidade.
Se até finais de oitocentos
predominou a manufatura da chapelaria, entre meados de 1890 e 1914
desenvolveu-se a sua mecanização. Esta mecanização não foi aceite de forma
pacífica. Chapeleiros e outros trabalhadores do ofício ofereceram -lhe
resistência, o que deu origem a algumas agitações operárias, a quando da
construção da Fábrica Nova. Temia-se o desemprego. Dizia-se na época:
"Naquelas malditas máquinas,
metem-se os coelhos ainda vivos, de um lado, e saem chapéus já prontos do
outro!” in O Coração da Fábrica. Viagem ao mundo de “Unhas Negras” de Luis
Costa, edição da Câmara Municipal de S. João da Madeira, 1987, p. 37.
A Empresa Industrial de Chapelaria ficou
conhecida em São João da Madeira como a "Fábrica Nova", foi fundada
em 1914 por António José Oliveira Júnior. Este, um ex-operário, foi pioneiro ao
introduzir ano de 1891 em São João da Madeira o fabrico do chapéu de pelo (coelho
e lebre). Nas diferentes fábricas espalhadas pelo país, apenas era produzido o
chapéu de lã grosseiro.
Fábrica Nova em funcionamento onde se pode ver
a mecanização do sector.
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| Imagens: Aníbal Lemos in LEMOS, Aníbal, “Imagens do Fim e do Princípio”, Câmara Municipal de São João da Madeira, São João da Madeira, 2001. |
A Empresa Industrial de Chapelaria
ou "Fábrica Nova", encerrada no ano de 1995, deu emprego e formação a
diferentes gerações de chapeleiros e artífices que lhe dedicaram uma vida
inteira de trabalho. Foi uma das mais importantes unidades fabris de São João
da Madeira, albergando atualmente o Museu da Chapelaria, que sem dúvida vale a
pena visitar.
terça-feira, abril 09, 2013
quarta-feira, abril 03, 2013
Dança dos Homens - Lousa
A "Dança dos Homens" (Dança das Genébres ou da
Farrombana) é uma dança considerada a reminiscência de um primitivo rito de
passagem e é dançada somente nas festas de Maio, da Nossa Senhora do Alto dos
Céus - na Lousa.
É dançada por um grupo de 9 elementos, 6 homens e três
rapazinhos. Um dos homens toca a genebres e outros cinco tocam bandurras, a
viola beiroa.
O traje difere entre os homens. Os seis homens mais velhos
vestem calças e casaco branco, na cabeça levam a 'capela' espécie de capacete
revestido de flores de papel e fitas. Os rapazinhos mais novos vestem roupas
brancas de mulher, usam cordões e brincos de ouro ficam no centro da dança a
tocar trinchos. São chamados as "madamas" ou "damas". Atualmente, estes últimos são representados por raparigas.
O homem que toca as genebres, volta e meia acomete contra as
"madamas" e a assistência. "A dança consiste numa série de
marcações cerimoniosas, lentas, reguladas por sinais tocados na genebres."
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| Dança dos Homens - Viola Beiroa e Genébres |
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| Dança dos Homens - Homens com "Capelas" e "madamas" |
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| Genébras |
sexta-feira, março 22, 2013
Minderico, uma lingua a proteger e a conhecer
O minderico é uma lingua falada há várias gerações na vila de Minde. Este video, produzido e realizado pela TVMinde, parte integrante da CPM - Casa do Povo de Minde representa uma conversa quotidiana do passado onde se salienta o interesse pela vida alheia e a maledicência.
quarta-feira, março 13, 2013
Os Alfacinhas e os Retiros das Hortas
Por Carlos Gomes
Os lisboetas tinham outrora o curioso costume de irem passear
às hortas que era, como quem diz, retirarem-se da cidade para poderem gozar
um pouco dos prazeres do campo, geralmente aos domingos. Deliciavam-se então
com os piqueniques familiares que organizavam ou simplesmente almoçar nas
velhas “casas de pasto”, assim designadas por inicialmente apenas darem
as forragens aos animais enquanto os donos negociavam na feira. Em muitas
delas, ainda se conservam as argolas que prendiam os animais.
Com o decorrer do tempo e vendo a oportunidade de
negócio, os proprietários das “casas de pasto” passaram também a dar de
comer aos donos dos animais e assim floresceu um negócio que veio a dar origem
aos modernos restaurantes e snack bares. Outras, porém, mantiveram parte
das suas características iniciais e adquiriram fama pela clientela que atraíam.
Eram os chamados “retiros das hortas”, muito apreciados da burguesia
citadina.
Nos retiros, conviviam fadistas e boémios,
nobres e burgueses, os quais procuravam no meio rústico um ambiente pitoresco
que a cidade não lhes proporcionava. E, desse costume que os lisboetas tinham
de ir às hortas, nasceu para sempre a expressão com que passaram a ser
designados, colando-se ao seu próprio gentílico os alfacinhas!
Ao artigo anterior acrescentamos:
«Alfacinhas – A
origem da designação perde-se: há quem explique que nas colinas de Lisboa primitiva
verdejavam já as "plantas hortenses utilizadas na culinária, na perfumaria
e na medicina" que dão pelo nome de alfaces. ‘Alface’ vem do árabe, o que
poderá indicar que o cultivo da planta começou aquando da ocupação da Península
pelos fiéis de Alá. Há também quem sustente que, num dos cercos de que a cidade
foi alvo, os habitantes da capital portuguesa tinham como alimento quase
exclusivo as alfaces das suas hortas.
O certo é que a palavra ficou
consagrada e, de Almeida Garrett a Aquilino Ribeiro, de Alberto Pimentel a
Miguel Torga, os grandes da literatura portuguesa habituaram-se a tomar
‘alfacinha’ por lisboeta.»
Fonte: Portal do FolclorePortuguês
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