sexta-feira, julho 15, 2016

Peniche em exposição


"Capas, xailes e outros agasalhos alcanenenses centenários"


Inaugura dia 23 de Julho, pela 16h00, na Biblioteca Municipal Dr. Carlos Nunes Ferreira em Alcanena a exposição "Capas, xailes e outros agasalhos alcanenenses centenários".

Trata-se de uma iniciativa do Rancho Folclórico de Gouxaria contando com o precioso apoio da Câmara Municipal de Alcanena.

A exposição estará patente até final de agosto, nos dias úteis entre as 10h00 às 18h00. Combinando com o Rancho Folclórico de Gouxaria é possível realizar uma visita guiada com esclarecimentos e explicações sobre a coleção/exposição.

Não percam mais esta rara oportunidade de apreciar, de perto, alguns dos tesouros pertencentes ao vasto espólio deste grupo e que raramente podem ser vistos.

Bem hajam!


segunda-feira, junho 20, 2016

Traje de Festa – Nazaré

Mais uma vez com a ajuda do João Pedro Guardado e da sua vasta coleção recriamos dois trajes de festas utilizados pelas nazarenas nos anos 40/50 do sec xx.













terça-feira, março 15, 2016

TRAJES DE PEIXEIRA E PESCADOR DE ÁGUEDA


TRAJE DA PEIXEIRA

Traje usado pelas mulheres da zona, na venda do peixe da Pateira no mercado de Águeda.
Características: saia e blusa de chita estampada, lenço de algodão bordado nas pontas, avental de chita a contrastar com a saia, faixa preta de algodão, chapéu pequeno coberto de veludo com laço de algodão, tamancas ou chinelas sem meias.

  


TRAJE DE PESCADOR
Traje usado pelos homens da Pateira, na labuta da pesca, apanha do moliço e ceifa do gramão.
Características: ceroulas e camisa de flanela de diferentes cores, sendo a camisa de desenhos com quadrados estampados e de cor quase mais garrida do que as ceroulas, camiseta de flanela lisa mas também de cor a contrastar, faixa de algodão preta, carapuça de lã preta, meias grossas e tamancos.

Fonte: Câmara Municipal de Águeda

segunda-feira, março 14, 2016

TRAJE DE SARDINHEIRA, ÁGUEDA


Traje de trabalho usado pelas mulheres do Bairro do Barril, situado junto ao cais das Laranjeiras, na vila de Águeda – bairro dos barqueiros, pescadores, sardinheiras, etc. que viviam da faina do rio.
Características: saia de lã, tecida em tear manual, saiote de cor, saiote branco, blusa de algodão de cor, colete de estopa debruado com pano de algodão geralmente chita de cor e apertado por cordões, lenço de peito de algodão, avental de lã, tecido em tear manual caseiro e tamanquinhas.

segunda-feira, dezembro 28, 2015

Namoro ao Casamento

Do Namoro ao Casamento foi uma representação etnográfican apresentada pelo Rancho Folclórico do Bairro de Santarém, Graínho e Fontainhas, retratando costumes de outros tempos.

quinta-feira, dezembro 10, 2015

Da Matéria aos Usos: Malhas de Lã da Póvoa de Varzim

No Museu Nacional de Etnologia foi inaugurada no passado dia 5 de Dezembro uma pequena mostra chamada «Da Matéria aos Usos: Malhas de Lã da Póvoa de Varzim».
 

Realizada no âmbito do workshop Malhas da Pesca, esta mostra dá a conhecer a tecnologia têxtil relacionada com o ciclo da lã e uma seleção de peças de vestuário, relativas à confeção de malhas de lã na comunidade piscatória da Póvoa de Varzim, nomeadamente as afamadas camisolas, bem como, um modelo de pescador da coleção criada por Thomas de Mello e da Dalila Braga.

Situadas no cruzamento dos dois setores mais expressivos das práticas produtivas tradicionais em Portugal, o da atividade agro-pastoril e o da atividade piscatória, estas peças são também testemunhos da função identitária do traje regional. É o caso da camisola do pescador da Póvoa, caída em desuso em finais do séc. XIX, recuperada na década de 1930 como símbolo da cultura poveira, no âmbito de processos de recriação “etnográfica” e de promoção folclórica, e cuja produção subsiste hoje principalmente em função do mercado turístico.
 
Para além das peças de vestuário e de tecnologia têxtil, provenientes das coleções do Museu Nacional de Etnologia e do Museu de Arte Popular, a mostra é complementada com alguns exemplares da vasta documentação fotográfica produzida entre as décadas de 1940 e 1980 pelo Centro de Estudos de Etnologia sobre a produção têxtil em Portugal.